16.8.13

Quanta

A saber o estado febril de teu corpo ardente,
Mercúrio.
A contrariar o membro que te invade,
camisa de Vênus.
Ao conforto do pós-gozo e à tua dormência,
Júpiter Maçã.
À vista de tua janela, no cigarro da restauração,
O Turano.
Aos nossos corpos estirados outra vez, no chão,
soturnos.

Da Terra
a Marte,
meu amor,
Amar-te.




Postar um comentário